CPI do tapa-buraco terá cinco vereadores e investigará contratos e uso de recursos na Capital
A CPI do tapa-buraco da Câmara Municipal de Campo Grande vai investigar possíveis irregularidades nos contratos do serviço, a redução dos investimentos destinados à manutenção das ruas em 2026 e o descumprimento de prazos para responder a pedidos de informação aprovados pelo plenário.
A comissão terá cinco vereadores. A composição prevista pela Câmara reúne Luiza Ribeiro (PT), Dr. Lívio (União Brasil), Dr. Victor Rocha (PSDB), Leinha (Avante) e Beto Avelar (PP). A presidência da Casa deve anunciar oficialmente os integrantes nesta sexta-feira (6), 20 dias depois da abertura da CPI.
A definição dos cargos ainda está em aberto. Luiza Ribeiro é cotada para assumir a presidência, enquanto Dr. Lívio e Dr. Victor Rocha disputam a relatoria, responsável pela condução da análise e elaboração do relatório final.
Leinha deve ocupar uma das cadeiras após o PL desistir de indicar um representante e ceder o espaço ao Avante. PSDB e PP também garantiram participação por terem as duas maiores bancadas da Câmara.
Com a composição, a CPI poderá iniciar os trabalhos sobre os contratos de tapa-buraco, os recursos aplicados na conservação das vias e o cumprimento das obrigações de resposta aos requerimentos aprovados pelos vereadores.
