Carnaval da Inclusão será realizado na Praça da Independência na terça-feira

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O evento ocorrerá na Praça da Independência na terça-feira, dia 17, com início às 16 horas, e foi organizado por meio de diálogo entre instituições da sociedade civil e órgãos públicos para garantir acessibilidade e acolhimento.

Na fase de construção do projeto participaram as ONGs Mãos que Abraçam e Associação Pela Inclusão e direito dos Autistas, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, o Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência COMPED, o Conselho Tutelar, além da primeira-dama Tatiane Patrício, sinalizando compromisso institucional com a pauta da inclusão.

O projeto é conduzido de forma integrada pela Gerência de Políticas Públicas para a Terceira Idade e Inclusão Social vinculada à Superintendência de Políticas Públicas da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, em parceria com a Fundação da Cultura e a Secretaria Municipal de Educação por meio do Núcleo de Educação Especial e Inclusão NEEI, entre outras instituições parceiras.

Nos encontros preparatórios, as organizações forneceram informações e orientações e colocaram à disposição equipes e voluntários para atuar no dia do evento, fortalecendo uma rede de cuidado, acolhimento e inclusão, e as ONGs farão uma chamada junto às famílias e às pessoas que frequentam seus espaços para convidá-las a participar desse primeiro momento do Carnaval da Inclusão.

Espaços pensados para cuidado, inclusão e bem-estar

Haverá ambientes sensorialmente adaptados, destinados especialmente a crianças autistas, mas abertos a todas as pessoas com deficiência e suas famílias, com objetivos de acolhimento e regulação emocional durante a programação.

Entre os recursos disponíveis estarão um espaço de descompressão sensorial para quando for necessário acalmar crianças, adolescentes ou adultos, piso tátil e demais adaptações de acessibilidade arquitetônica, abafadores de ruído e outros apoios sensoriais, além de informações e orientações para auxiliar as famílias ao longo do evento.

Não se trata de um espaço de permanência sem acompanhamento, a família permanece junto da criança ou do adolescente durante todo o tempo, utilizando o ambiente conforme a necessidade e respeitando limites individuais, com o apoio de profissionais e voluntários, especialmente nas atividades de dança e brincadeiras.

O encontro representa um passo na construção de eventos públicos mais acessíveis e sensíveis, reafirmando o direito de todas as pessoas à cultura, ao lazer e à convivência comunitária, e oferece uma alternativa para que famílias possam experimentar o carnaval em ambiente adaptado, seguro e acolhedor.

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