Mulher é presa em Porto Alegre acusada de matar cachorro com picareta
Investigação levou a prisão preventiva de suspeita por crime hediondo contra animal doméstico na capital gaúcha
A mulher acusada de matar um cachorro com uma picareta em Porto Alegre foi presa preventivamente. A detenção é fruto de uma investigação que rapidamente reuniu provas, culminando em um mandado de busca e prisão.
O delegado César Carrion apontou que o crime teria ocorrido em novembro de 2025. As imagens incriminatórias, no entanto, só chegaram às autoridades em 16 de abril deste ano, após denúncia anônima encaminhada ao Ministério Público do Meio Ambiente.
A apuração policial revelou que o ex-companheiro da mulher localizou o material na nuvem de câmeras de segurança da residência. Ele buscava provas para se defender de uma medida protetiva registrada contra ele um dia antes, em 15 de abril.
O caso foi remetido à 15ª Delegacia de Polícia em 27 de abril, via ofício do Ministério Público e do Gabinete da Causa Animal da Prefeitura de Porto Alegre. Em 48 horas, os investigadores reuniram os elementos que fundamentaram o pedido de prisão preventiva e o mandado de busca no imóvel. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul informou que a investigada recebeu acompanhamento da Defensoria Pública na audiência de custódia, porém, a Defensoria esclareceu por meio de nota que a mulher possui advogadas particulares.


