Estado amplia identificação civil no sistema prisional e integra Polícia Científica e Polícia Penal

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O governo de Mato Grosso do Sul passou a permitir que o próprio sistema penitenciário realize a coleta biométrica e os trâmites para emissão da Carteira de Identidade Nacional dentro das unidades, sob supervisão técnica do Instituto de Identificação da Polícia Científica, com previsão de emissão imediata quando houver demanda.

Nove policiais penais foram formados na iniciativa coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública em ação conjunta entre o Instituto de Identificação, a Agepen e a Polícia Penal, capacitação que torna possível a execução direta do procedimento nas unidades prisionais.

Os servidores treinados atuam em penitenciárias e centros de detenção de Campo Grande e região, incluindo as unidades Gameleira I e II, o Centro Penal Agroindustrial da Gameleira, o Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, o Instituto Penal de Campo Grande, o Centro de Triagem Anísio Lima, o Presídio de Trânsito de Campo Grande, o Estabelecimento Penal Feminino Irmã Irma Zorzi e o Núcleo de Informações Criminais.

A descentralização eliminará a necessidade de escoltas externas para a emissão da CIN e tornará desnecessário o deslocamento de equipes do Instituto de Identificação até os presídios de Campo Grande, o que tende a reduzir custos operacionais e aumentar a celeridade no atendimento.

Ao apresentar a ação durante a capacitação, o diretor do Instituto de Identificação destacou o alcance da medida para direitos civis e atualização cadastral

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