Colombiano morre afogado após tentar saltar entre barcos no Rio Paraguai em Corumbá

Um colombiano de 23 anos morreu afogado na tarde deste sábado (18) após entrar no Rio Paraguai e tentar saltar entre embarcações atracadas na região da Prainha do Porto Geral, em Corumbá. Apesar do rápido trabalho de mergulhadores do Corpo de Bombeiros e das tentativas de reanimação, a vítima não resistiu.

O acionamento da Central de Operações 193 ocorreu por volta das 15h50. Equipes de resgate e salvamento seguiram imediatamente para o local, onde receberam informações de testemunhas sobre o desaparecimento do homem nas águas do rio.

Segundo os bombeiros, a vítima, identificada pelas iniciais J.A.V.H., natural da Colômbia, estava acampada às margens do Rio Paraguai junto com o irmão de 20 anos.

Tentativa de salto terminou em afogamento

Testemunhas relataram que o homem entrou inicialmente em uma área rasa do rio, nas proximidades de uma embarcação atracada.

Em seguida, tentou alcançar a popa de outro barco de maior porte, sem perceber que naquele ponto a profundidade chegava a aproximadamente quatro metros.

Ao cair na água, ele começou a se debater. Um homem que estava próximo ainda tentou prestar socorro, mas precisou se afastar quando a vítima tentou agarrá-lo, evitando que ambos se afogassem.

Pouco depois, o colombiano submergiu e desapareceu a cerca de 15 metros da margem, na área onde permanecem embarcações de maior porte.

Os mergulhadores do Corpo de Bombeiros iniciaram as buscas e localizaram a vítima após aproximadamente três minutos de mergulho. No entanto, a estimativa era de que ela já estivesse submersa havia cerca de 20 minutos.

Assim que o corpo foi retirado da água, as equipes iniciaram manobras de reanimação cardiopulmonar enquanto aguardavam a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Apesar dos procedimentos realizados, o médico da equipe constatou o óbito ainda no local.

O Corpo de Bombeiros orienta que banhistas evitem mergulhos e saltos em áreas de profundidade desconhecida, principalmente nas proximidades de embarcações, onde o risco de acidentes é maior.

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