Irmãos suspeitos de latrocínio em SP são presos em MS
Irmãos foram localizados em rodoviária de Três Lagoas
Dois irmãos, de 20 e 22 anos, foram presos na última segunda-feira em Três Lagoas, sob suspeita de envolvimento no latrocínio de um idoso de 62 anos em Arealva, interior de São Paulo. A captura foi realizada por equipes da Seção de Investigação Geral (SIG) e do Núcleo Regional de Inteligência (NRI) da Polícia Civil.
O crime contra o idoso foi registrado na última sexta-feira, sendo a vítima encontrada sem vida no domingo, na garagem de sua residência, com as mãos e os pés amarrados. Segundo a polícia, as evidências apontam para o uso de extrema violência, com dois veículos e outros bens pessoais subtraídos durante a ação.
Após o registro da ocorrência, delegacias de Polícia de Arealva, a 3ª Delegacia de Investigação de Homicídios e o Escritório de Inteligência da DEIC de Bauru iniciaram as diligências e identificaram os irmãos como possíveis autores. A polícia apurou que eles haviam fugido para Mato Grosso do Sul, levando a Polícia Civil de São Paulo a solicitar a prisão temporária dos suspeitos, que foi concedida pela Justiça.
Dados e fotos dos investigados foram enviados à Polícia Civil de Três Lagoas, que intensificou as buscas na cidade. Ainda na segunda-feira, a Polícia Militar localizou um dos automóveis roubados, um Celta preto, na cidade de Brasilândia, Mato Grosso do Sul, onde policiais civis também recuperaram outros pertences da vítima, incluindo um celular vendido em uma loja.
A Polícia Civil de Brasilândia informou que o veículo foi comercializado pelos suspeitos a um terceiro, que acabou detido por receptação. Os investigadores monitoravam a rodoviária de Três Lagoas, prevendo que os irmãos pudessem tentar retornar a São Paulo ou se deslocar para outra região.
Foi nesse local que os dois foram encontrados e detidos, levados à sede da SIG para cumprimento dos mandados de prisão e exame de corpo de delito. Em seguida, os suspeitos foram encaminhados às celas da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), onde permanecem à disposição da Justiça. Eles aguardam transferência para a comarca de Bauru, em São Paulo, enquanto as investigações prosseguem para esclarecer todos os detalhes e a participação de possíveis outros envolvidos no crime.

