Novas regras de segurança do PIX rastreiam dinheiro de golpes começam a valer nesta segunda
Novas ferramentas reforçam a segurança do pix
A partir desta segunda-feira, novas regras de segurança para o PIX, o sistema de transferência em tempo real, passam a ser obrigatórias para os bancos. A versão 2.0 do mecanismo de devolução do PIX entra em vigor, buscando rastrear com mais precisão o trajeto do dinheiro em casos de fraude ou falha operacional.
Esta atualização permite que valores desviados sejam recuperados mesmo depois de terem sido movimentados para outras contas pelos golpe-sofisticado-que-exige-taxas-falsas-no-programa-cnh-do-brasil/” target=”_blank” rel=”noopener noreferrer”>golpistas. Anteriormente, a restituição era limitada à conta original da fraude, o que dificultava o processo, pois os criminosos frequentemente sacavam ou transferiam os recursos rapidamente, inviabilizando o rastreio.
O Banco Central (BC) espera que esta medida intensifique a identificação de contas usadas em fraudes e amplie a devolução de valores, contribuindo para desestimular a prática de crimes. A expectativa é que o compartilhamento dessas informações ajude a bloquear o uso dessas mesmas contas em novas operações fraudulentas.
Essa identificação vai ser compartilhada com os participantes envolvidos nas transações e permitirá a devolução de recursos em até 11 dias após a contestação.
Além disso, desde o dia 1º de outubro, todas as instituições financeiras e bancos já disponibilizam em seus aplicativos uma funcionalidade para contestar transações PIX de forma simples, sem a necessidade de interação humana. Este autoatendimento, parte do mecanismo de devolução (MED), foi criado para oferecer maior agilidade e velocidade ao processo de contestação de operações fraudulentas.
A expectativa é que essa rapidez aumente as chances de que os recursos ainda estejam na conta do fraudador, viabilizando a devolução para a vítima.

