Polícia não localiza ex-BBB Pedro Henrique Espíndola para intimar sobre acusação de importunação sexual
As autoridades do Rio de Janeiro seguem em busca de Pedro Henrique Espíndola para entregar uma intimação oficial referente ao inquérito de importunação sexual aberto contra ele. O caso tramita na Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá e conta com suporte operacional da Polícia Civil do Paraná para localizar o investigado.
Agentes paranaenses foram aos endereços vinculados ao ex-participante do programa de televisão mas não obtiveram êxito na localização dele ou de familiares. A corporação carioca reforçou em nota enviada à imprensa que as diligências continuam em andamento para garantir o cumprimento do procedimento legal necessário para a investigação.
A dificuldade em encontrar Pedro Henrique nos endereços residenciais ocorre simultaneamente ao período em que ele recebe tratamento médico em uma unidade psiquiátrica na Região Metropolitana de Curitiba. O Hospital San Julian em Piraquara confirmou na última sexta-feira que o paciente deu entrada na instituição especializada em dependência química e transtornos mentais.
A unidade de saúde emitiu um comunicado oficial para esclarecer a situação diante da grande procura por informações e da repercussão nacional do caso. “Confirmamos que Pedro Henrique Espíndola encontra-se internado neste hospital desde o dia 21, por volta das 15h, mediante encaminhamento por equipamento de saúde do município de Pontal do Paraná/PR, com regulação realizada pela Central de Leitos Psiquiátricos do Estado”.
O inquérito policial apura os eventos ocorridos no dia 18 de janeiro quando o então confinado ficou a sós com a participante Jordana na despensa da casa e tentou beijá-la sem consentimento. O vendedor ambulante optou por acionar o botão de desistência e deixar a competição pouco tempo após o episódio.
Pedro Henrique chegou a comentar no confessionário antes de formalizar sua saída que interpretou os sinais de convivência de maneira equivocada e acreditava haver interesse mútuo. “Olhei para ela, cobicei ela, desejei ela. E achei que ela tinha dado moral também, que tinha sido recíproco, mas, pelo que eu vi, era só coisa da minha cabeça”.

