Catan registra candidatura ao governo de MS e promete 30 mil moradias
Candidato do Novo formaliza registro no TSE e apresenta plano com metas para habitação, saúde e infraestrutura
O candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, João Henrique Catan (Novo), protocolou na sexta-feira (15) sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O plano de governo, com 50 páginas, estabelece a meta de entregar 30 mil novas moradias até o fim do segundo ano de gestão, além de priorizar ações nas áreas de infraestrutura, saúde e segurança.
No documento, Catan propõe a implantação de hospitais regionais com atendimento 24 horas e a redução a zero, em 12 meses, das filas represadas por exames e consultas. Também está prevista a criação de um hospital veterinário estadual de referência, com serviços clínicos, cirúrgicos e de urgência para públicos prioritários. Para os serviços públicos, a ideia é lançar um aplicativo único que reúna documentos, protocolos, agendamentos de saúde, matrícula escolar, benefícios e informações sobre obras e segurança.
O chamado “Pacto 79 Municípios” prevê uma plataforma permanente de cooperação com os municípios, estabelecendo uma carteira de entregas e prioridades em áreas como infraestrutura, saúde, transformação digital, segurança, habitação, saneamento e desenvolvimento econômico. Na infraestrutura, o plano prevê três programas: Rodovia Forte, para recuperar trechos estaduais prioritários e modernizar drenagem, sinalização e acostamentos; Estrada da Produção, para apoiar municípios na manutenção de estradas vicinais usadas pelo transporte escolar e escoamento; e Ponte Segura, que planeja mapear pontes críticas e divulgar cronograma de intervenções nos primeiros 90 dias.
O cronograma geral, chamado MS em Obras, divide a execução em etapas de 90 dias a quatro anos, priorizando planejamento, destravamento de projetos, ataque aos gargalos e ampliação das frentes de obras. Na economia, Catan defende reformular os critérios de distribuição do ICMS entre os municípios, com o objetivo de aumentar a participação de Campo Grande sem reduzir repasses ao interior, e criar um fundo de compensação para evitar perdas na transição. Nos incentivos fiscais, a proposta é mudar o modelo para que os benefícios alcancem também as pequenas e médias empresas, não apenas grandes grupos.


