Igreja Nossa Senhora de Fátima abre calendário das devoções bolivianas e latino-americanas com missa festiva em Corumbá
As celebrações dedicadas às devoções bolivianas e latino-americanas terão início em Corumbá no próximo domingo, 2 de agosto, com uma Missa Festiva na Igreja Nossa Senhora de Fátima. A celebração será realizada às 7h30 e reunirá fiéis ligados às diversas manifestações marianas presentes na região de fronteira entre Brasil e Bolívia.
Promovida pela Pastoral Diocesana do Migrante, a missa abre o calendário religioso que reúne diferentes comunidades e homenageia as diversas invocações de Nossa Senhora chamadas de “Virgens” pelos devotos latino-americanos, além de outras expressões tradicionais da fé popular.
Festividades começam com a Independência da Bolívia
A programação prossegue a partir de 6 de agosto, data da Independência da Bolívia, quando ocorre a tradicional Festa da Virgem de Copacabana. A celebração tem início com missa na Catedral de Nossa Senhora da Candelária, em Corumbá.
Após a cerimônia religiosa, os participantes seguem em desfile folclórico pelas principais ruas do centro da cidade até a região de fronteira, onde as festividades continuam em território boliviano.
Celebrações seguem em Puerto Quijarro e Puerto Suárez
Entre os dias 14 e 16 de agosto, os devotos participam das festividades em homenagem à Virgem de Urkupinha, realizadas nas cidades bolivianas de Puerto Quijarro e Puerto Suárez, incluindo a região de Paradero.
Concluídas as comemorações na Bolívia, fraternidades, grupos culturais e comunidades religiosas promovem dezenas de celebrações em Corumbá e Ladário, fortalecendo a tradição compartilhada entre os dois países.
Calendário inclui devoções do Peru, Bolívia e Paraguai
O calendário religioso da Pastoral Diocesana do Migrante continua em 30 de agosto, com a Festa de Santa Rosa de Lima, padroeira do Peru.
As atividades se encerram em dezembro, quando acontecem as manifestações dedicadas à Virgem de Cotoca, tradicional na Bolívia, e à Virgem de Caacupê, padroeira do Paraguai.
Segundo a Pastoral Diocesana do Migrante, as celebrações reforçam a integração entre os povos da fronteira e preservam manifestações religiosas e culturais que fazem parte da identidade das comunidades bolivianas e latino-americanas presentes na região.
