Pesquisa aponta 2º turno entre Riedel e Fábio Trad em MS

riedel x trad

A primeira pesquisa registrada do instituto Real Time Big Data para o Governo de Mato Grosso do Sul em 2026 indica que a disputa pode ser definida apenas em segundo turno. O governador Eduardo Riedel aparece na liderança com 43% das intenções de voto, mas sem alcançar maioria suficiente para liquidar a eleição na primeira etapa.

Na segunda colocação está Fábio Trad, com 21%. O resultado projeta, neste momento, um eventual segundo turno entre o atual governador e o ex-deputado federal petista. O deputado estadual João Henrique Catan surge em terceiro lugar, com 11%.

O levantamento também incluiu o ex-senador Delcídio do Amaral, que marcou 7%, apesar de ainda não ter oficializado qual cargo pretende disputar nas eleições deste ano. Na sequência aparecem Renato Gomes, com 2%, Lucien Rezende, com 2%, e Jefferson Bezerra, com 1%.

Os votos brancos e nulos somaram 5%, enquanto 8% dos entrevistados disseram não saber em quem votar ou preferiram não responder.

Segundo os dados divulgados pelo instituto, esta é a primeira pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral já com o grupo de pré-candidatos mais consolidado para a corrida estadual. Em dezembro do ano passado, em um cenário sem registro oficial e com maior quantidade de nomes testados, Riedel aparecia com 55%, enquanto Fábio Trad tinha 17%.

Em setembro de 2025, outro levantamento do mesmo instituto mostrava o governador com 51% das intenções de voto, contra 10% do petista. A nova rodada indica redução da vantagem de Riedel e crescimento de Fábio Trad na disputa estadual.

Confira os números do primeiro turno:

  • Eduardo Riedel (PP) – 43%
  • Fábio Trad (PT) – 21%
  • João Henrique Catan (Novo) – 11%
  • Delcídio do Amaral (PRD) – 7%
  • Renato Gomes (DC) – 2%
  • Lucien Rezende (PSOL) – 2%
  • Jefferson Bezerra (Agir) – 1%
  • Brancos e nulos – 5%
  • Indecisos – 8%

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores em Mato Grosso do Sul entre os dias 9 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado com recursos do próprio instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo MS-06412/2026.

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