Peladão é preso após correr atrás de mulher em praça de cidade em MS
Fato ocorreu em plena Praça Central da cidade
Fato ocorreu em plena Praça Central da cidade
Seguranças do supermercado abordaram o homem após passar pelos caixas sem pagar pelos produtos
Autor de 49 anos é vizinho da vítima
O local fica em uma região isolada, entre a Baia Gaíva e Uberaba, 300 km de Corumbá por água, próximo da Aldeia Indígena Guató.
O condutor abandonou o veículo na contra mão de direção da via, e tentou fugir a pé, mas foi capturado pelos PRFs e preso
Guilherme se converteu à igreja após cumprir pena pela morte da atriz.
Segundo informações repassadas pelo comando da Operação, dez bombeiros militares se deslocaram por aproximadamente 8 horas por via fluvial para acompanhamento, controle e combate da situação.
Atleta do UFC Charles do Bronx é presença garantida no evento que chega em sua 10ª edição e acontece neste sábado (5), a partir das 19 horas no Ginásio Poliesportivo da Porto Carrero
A Operação Piracema teve início à meia-noite deste sábado, 05 de novembro em todos os rios que cortam o território de Mato Grosso do Sul. Até o dia 28 de fevereiro de 2023, a pesca fica proibida em rios e lagos do estado. Nesse período, acontece a migração dos peixes para desova e reprodução das espécies. O principal objetivo é proteger a fauna e flora aquáticas.
Na Piracema, policiais ambientais vão monitorar os cardumes principalmente nos pontos em que estão sujeitos à pesca predatória, como as cachoeiras e corredeiras. O esquema especial de fiscalização será mantido, como nos anos anteriores, contando com efetivo de 354 policiais nas 27 subunidades estabelecidas em 20 municípios.
A piracema se estenderá até o dia 23 de fevereiro de 2023 em todos os rios de Mato Grosso do Sul. A partir de sábado (5), o chamado defeso, que é a legislação aplicada para proteger as espécies durante a piracema, irá permitir algumas modalidades, como as pescas de subsistência e a científica.
Permissão de pesca na bacia do rio Paraguai durante o período de defeso
De acordo com a PMA, na bacia do rio Paraguai será permitida somente a pesca de subsistência para as populações tradicionais. Com isso, pessoas que moram nas cidades ribeirinhas não podem pescar.
A pesca de subsistência é para manutenção da vida, ou seja, para pessoas que dependem da proteína do peixe para sobreviver. Podem capturar 3 kg, ou um exemplar de pescado, não podendo comercializar de forma alguma.
É permitido também a pesca científica, devidamente autorizada pelo órgão ambiental.
Permissão de pesca na bacia do rio Paraná durante o período de defeso
Segundo a PMA, no rio Paraná, Aporé e Paranaíba, o defeso para a proteção do período de Piracema iniciou-se no dia 1º de novembro e também terminará no dia 28 de fevereiro de 2023.
Nos lagos das usinas do rio Paraná fica permitida ao pescador amador, a pesca de 10 kg de pescado mais um exemplar de peixes não nativos da bacia e exóticos como: Tucunaré, Curvina, Porquinho e Tilápia.
Para o pescador profissional não há limite de cota para a captura, somente nas mesmas espécies, porém, não se podem utilizar petrechos de emalhar, sendo autorizado somente, molinetes, linhas, caniços simples e carretilhas.
Pesca desportiva na modalidade pesque e solte no leito do rio Paraguai
Em Mato Grosso do Sul, desde o ano de 2009, no leito do rio Paraguai, é permitida a pesca na modalidade pesque-solte, a partir de 1º de fevereiro.
Penalidades
A lei federal nº 9.605/12/2/1998 e o decreto federal nº 6.514/22/7/2008 prevê prisão de um a três anos aos autuados por pesca predatória e regulamenta multas de R$ 700 a R$ 100 mil reais e mais R$ 20 reais por quilo do pescado irregular.
A pessoa pode ser presa, algemada se necessário, encaminhada à Delegacia de Polícia, onde é autuada em flagrante delito, podendo sair sob fiança não sendo reincidente e, ainda ter todo o produto da pesca, barcos, motores e veículos apreendidos.
Na reincidência não há fiança. Além disso, há apreensão de todo o produto e petrechos utilizados na pesca ilegal, barcos, motores de popa e veículos.
Porto Murtinho foi uma das portas de difusão do chamamé, que chegou ao então sul de Mato Grosso pelos rios da Prata e do Paraguai, no final do século XIX.