Rota da Celulose terá 82 torres de 4G em Mato Grosso do Sul
A implantação de uma rede 4G ao longo da Rota da Celulose já alcança 69 das 82 torres previstas em Mato Grosso do Sul. Segundo a concessionária Caminhos da Celulose, a nova infraestrutura vai atender 870,3 quilômetros das rodovias BR-262, BR-267, MS-040, MS-338 e MS-395, incluindo trechos onde o sinal de telefonia móvel ainda é limitado ou inexistente.
Das estruturas previstas, 15 torres já foram concluídas e as demais estão em diferentes fases de construção e instalação dos equipamentos. A concessionária informou ainda que 40% da infraestrutura civil necessária, incluindo fundações e ferragens, está pronta.
A cobertura deverá alcançar áreas próximas às rodovias em 22 municípios e 37 distritos. O levantamento da empresa aponta mais de 6,3 mil propriedades rurais dentro da região beneficiada, além de 26 escolas públicas e oito unidades de saúde.
Para quem utiliza as estradas, a expansão do sinal também deverá facilitar pedidos de socorro em acidentes, panes e outras situações de emergência. A rede será usada na comunicação entre equipes operacionais, serviços de atendimento e órgãos de segurança que atuam nos trechos concedidos.
Rede também será usada na operação das rodovias
Além do acesso à telefonia e internet pelos usuários, a estrutura 4G fará parte dos sistemas tecnológicos implantados na concessão. Segundo a Caminhos da Celulose, a rede dará suporte ao monitoramento do tráfego, pesagem em movimento, painéis de mensagens, pedágio eletrônico e acompanhamento das rodovias pelo Centro de Controle Operacional.
A infraestrutura também está sendo preparada para receber tecnologias ligadas à Internet das Coisas, inteligência artificial, monitoramento ambiental, drones e veículos conectados. O projeto prevê ainda compatibilidade com futuras aplicações em redes 5G.
A Rota da Celulose reúne aproximadamente 870 quilômetros de rodovias estaduais e federais nas regiões central e leste de Mato Grosso do Sul. O corredor liga Campo Grande à Costa Leste e concentra trechos importantes para o transporte de cargas e o escoamento da produção do Estado.
