Minas Gerais recebe apoio federal e prioriza resgate e assistência às vítimas

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As operações em campo priorizam a procura por desaparecidos, o salvamento e o atendimento imediato às pessoas afetadas pelas enchentes que atingiram municípios da Zona da Mata em Minas Gerais, conforme informações oficiais. Até o momento, a tragédia contabiliza 59 mortes nos municípios de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, e as ações de busca e salvamento se desenvolvem em oito frentes de atuação, sendo seis em Juiz de Fora e duas em Ubá.

Segundo o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, as equipes da Defesa Civil concentram esforços nas frentes de resgate e nos atendimentos emergenciais em campo, e o governo federal atua também na restauração de serviços essenciais e na reconstrução. “A resposta ao desastre agora é assistir as pessoas, fazer a procura de desaparecidos, salvamento, cuidar de pessoas desabrigadas, desalojadas, trabalhar para o restabelecimento dos serviços públicos e a partir daí a reconstrução dos prejuízos causados”

De acordo com a Defesa Civil Nacional, foi reconhecido o estado de calamidade pública em Juiz de Fora e, de modo sumário, nas cidades de Ubá e Matias Barbosa, o que permitiu a liberação imediata de recursos federais. O governo federal já liberou mais de R$ 3 milhões para atendimento e reconstrução das cidades afetadas, visando a assistência inicial e o início das obras de recuperação.

Góes lamentou as vidas perdidas e reforçou o empenho nas ações integradas com órgãos estaduais e municipais para restabelecer infraestrutura e serviços. “A única coisa que a gente não pode fazer é devolver a vida das pessoas, por isso nós vamos atuar fortemente fazendo as buscas e até ter tudo resolvido, com as pontes reconstruídas, estradas, comunicação restabelecida, energia e tudo que for necessário”

As equipes seguem mobilizadas nesta quinta-feira (26) em trabalhos de limpeza urbana, restauração da mobilidade e avaliação dos danos materiais, com foco em permitir o acesso a áreas isoladas e garantir condições para a reconstrução das localidades mais afetadas. As ações federais permanecem coordenadas com as administrações locais para promover atendimento às famílias desalojadas e desabrigadas e a recuperação dos serviços públicos essenciais.

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