Agenda econômica e social do governo é voltada à maioria, afirma Rui Costa

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Na última reunião interministerial de 2025, realizada quarta-feira (17), Rui Costa apresentou um balanço das medidas e afirmou que a agenda econômica e social do governo priorizou a maioria da população, conforme divulgado pelo governo federal.

Ao resumir a orientação da segunda fase da gestão, o ministro destacou a opção por políticas de inclusão e pelo alívio tributário para camadas mais amplas da sociedade.

“Na segunda fase do governo, houve uma demonstração clara do lado em que nós estamos: do povo brasileiro, promovendo inclusão, redução de custos e redução de tributos para a maioria da população”

Entre as ações listadas na avaliação da Casa Civil, constou a aprovação da medida que zerou o Imposto de Renda para mais de 15 milhões de brasileiros com rendimento de até R$ 5 mil, além de indicadores sobre renda per capita que mostraram aumento médio e ganho proporcional mais expressivo entre os mais pobres.

Para ilustrar o impacto social das políticas, o ministro trouxe números sobre a queda da pobreza entre 2022 e 2024.

“Quase nove milhões de brasileiros saíram da pobreza, mais 13 milhões da extrema pobreza, entre 2022 e 2024”

Rui Costa apontou também a evolução do mercado de trabalho como sinal de melhoria econômica e social no período analisado.

“É a menor taxa desde que se iniciou a pesquisa de desemprego no Brasil, 5,4%, e, portanto, nós alcançamos um recorde histórico das pessoas ocupadas no Brasil”.

Os dados relativos ao último mês de outubro registraram cerca de 103 milhões de pessoas em atividade, considerando ocupações formais e informais.

Além do nível de ocupação, o ministro citou indicadores de rendimento e a maior massa salarial já registrada no país como parte do quadro econômico apresentado.

“Estamos também comemorando a maior média salarial, da massa salarial da história deste país. E, portanto, o salário real cresceu quase 8%, entre 23% e 25%”.

No pacote de medidas que impactam a despesa das famílias, foi destacada a iniciativa Luz do Povo, que isenta do pagamento de energia 60 milhões de consumidores cadastrados no Bolsa Família com consumo até 80 quilowatts-hora.

O ministro informou que será implementado um novo auxílio em janeiro para ampliar a redução da conta de luz entre famílias de baixa renda.

“Agora, em janeiro, começa um outro benefício para alcançar quem ganha de meio a um salário mínimo per capita, que alcançava 18 milhões de brasileiros que passam, portanto, a ter uma redução também na sua conta de energia”

Foram citados ainda o Gás do Povo, com meta de alcançar mais de 15 milhões de famílias até março, e a CNH Social, programa voltado a democratizar o acesso à habilitação para dirigir.

Na área da saúde, a Casa Civil destacou a implantação do programa Agora Tem Especialistas, com objetivo de reduzir filas de espera por atendimento especializado. Na educação, o programa Pé-de-Meia atendeu quase seis milhões de jovens com pagamentos de R$ 3 mil ao longo do ensino médio. Em habitação, a nova versão do Minha Casa, Minha Vida lançada em 2023 também esteve no balanço.

De acordo com a apresentação, a meta presidencial de contratar duas milhões de moradias foi atingida neste mês, o programa está presente em 4.764 cidades e já entregou chaves a 1,7 milhão de famílias, com objetivo de alcançar três milhões de moradias até o ano seguinte.

As informações e os indicadores mencionados foram divulgados oficialmente pelo governo federal durante a reunião interministerial e constam do material apresentado pela Casa Civil.

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