Procon aponta variação de até 14,92% nos preços dos combustíveis em Campo Grande
O Procon Mato Grosso do Sul identificou diferenças de até 14,92% nos preços dos combustíveis vendidos em Campo Grande durante levantamento realizado entre 13 e 15 de outubro. A pesquisa analisou 35 postos distribuídos pelas sete regiões administrativas da Capital e constatou variações expressivas principalmente no etanol comum.
Na região do Anhanduizinho, o litro do etanol comum apresentou diferença de 14,92% entre os estabelecimentos, considerando o pagamento no crédito. O combustível chegou a R$ 4,39 por litro. Nas regiões do Prosa e Segredo, a variação foi de 13,19%, com o preço alcançando R$ 4,29.
O levantamento, vinculado à Sead (Secretaria de Assistência Social e dos Direitos Humanos), também identificou aumento no preço máximo do etanol comum em pagamentos em dinheiro ou débito. Na comparação entre setembro e outubro, o valor passou de R$ 3,99 para R$ 4,19, uma alta de 5,01%.
A diferença entre os preços praticados pelos postos pode representar economia significativa para quem pesquisa antes de abastecer. No Anhanduizinho, por exemplo, o consumidor pode economizar R$ 28,50 em um abastecimento de 50 litros de etanol, considerando os valores encontrados na modalidade de crédito.
A gasolina comum também apresentou diferenças entre as regiões. No Imbirussú, a variação chegou a 12,02% para pagamentos no crédito, com o litro custando até R$ 6,99. Já na região do Bandeira, o menor preço identificado para o combustível foi de R$ 6,09 nos pagamentos à vista, com índice de variação de 6,57%.
No caso do diesel S500, o Imbirussú registrou diferenças de 13,66% no crédito e 10,31% no débito. Segundo o levantamento, a escolha do posto pode representar uma economia de aproximadamente R$ 45 em um abastecimento de 50 litros, considerando os preços para pagamento à vista.
O diesel S10 apresentou variação positiva em todas as regiões pesquisadas. No Centro, a diferença chegou a 11,34% no débito, com o litro cotado a R$ 7,56, e a 11,02% no crédito, modalidade em que o preço alcançou R$ 7,76.
Em sentido contrário, o GNV (Gás Natural Veicular) registrou redução média de 2,09% entre setembro e outubro. Apesar da queda no comparativo mensal, a região central teve aumento pontual de 6,83%, com o metro cúbico comercializado a R$ 4,69.
O Procon alerta que os valores encontrados nas bombas podem mudar em razão das oscilações na cadeia de combustíveis. A pesquisa completa está disponível no site do órgão, na seção Pesquisa de Preços.
