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Polícia prende dois suspeitos de matar idosa em Ribas do Rio Pardo

Investigadores e viaturas em cena de investigação em frente a residência com fita de isolamento

Prisões em Ribas do Rio Pardo ocorreram após cumprimento de mandados motivados por depoimentos imagens de segurança e outros elementos reunidos nas investigações

A Polícia Civil prendeu dois suspeitos pelo homicídio de Maria José de Oliveira Beserra, 70 anos, encontrada com 14 golpes de faca na casa onde morava em Ribas do Rio Pardo na manhã de 29 de junho. Fábio Santos Fogaça, 45 anos, foi detido na segunda-feira (6) e Rogério Nascimento da Silva, 37 anos, foi capturado no sábado (5) em Campo Grande sendo apontado como executor do crime.

Na manhã de segunda-feira policiais civis cumpriram mandado de prisão temporária contra Fábio apontado pelas investigações como participante do crime e também cumpriram mandado de prisão preventiva contra Rogério após sua detenção em Campo Grande segundo a Polícia Civil. As diligências reuniram depoimentos de testemunhas imagens de câmeras de segurança e outros elementos que embasaram os pedidos de prisão.

Rogério é considerado de alta periculosidade possui antecedentes por homicídio qualificado e estava foragido do sistema prisional com mandado de recaptura em aberto desde 2019 conforme a investigação. Ele foi detido em Campo Grande logo após cometer um roubo com uso de arma branca e restrição da liberdade da vítima.

Com o cumprimento dos mandados a corporação afirma ter avançado na elucidação do caso embora as investigações prossigam para esclarecer completamente a motivação e a dinâmica do crime. Fábio foi apresentado como investigado e permanecerá à disposição da Justiça enquanto os procedimentos seguem em andamento.

O corpo de Maria José foi encontrado pelo cunhado que estranhou a ausência dela no horário do café habitual ao entrar na residência localizada na Rua Benvido Fogaça no Centro Velho e viu a idosa caída ao lado da cama com diversos ferimentos provocados por faca. Familiares informaram que nada foi levado da casa e que a vítima era filha adotiva de Magnólia Marques Fogaça a primeira vereadora do município.

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