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UFGD agenda provas do Vestibular 2027 e mantém lista de obras para estudo

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Processo seletivo terá divulgação exclusiva via redes sociais durante período eleitoral e mantém lista de manifestações artísticas e legislações já anunciadas para o triênio 2026-2028

A Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) definiu que as provas objetivas e de redação do Vestibular 2027 ocorrerão em 18 de outubro. O edital para inscrições será publicado em julho. Durante o defeso eleitoral, que vai de 4 de julho a 25 de outubro, informações oficiais do certame serão acessíveis somente por meio do perfil especial do vestibular nas redes — Instagram, Facebook, TikTok e YouTube. Nos canais institucionais tradicionais da universidade, a comunicação do processo seletivo ficará suspensa durante este período.

Mesmo antes da abertura das inscrições, a UFGD orienta os candidatos a iniciarem a preparação, já que a lista de Manifestações Artísticas e Normativas permanece válida conforme detalhado em janeiro de 2025, abrangendo o vestibular dos próximos três anos.

Entre as obras literárias exigidas estão “O som do rugido da onça”, de Micheliny Verunschk; “Uirapuru”, de Febraro de Oliveira; “Oração para desaparecer”, de Socorro Acioli; “A hora da estrela”, de Clarice Lispector e “O navio negreiro”, de Castro Alves. No eixo normativo, serão cobrados trechos da Constituição Federal de 1988 (artigos 5º, 6º, 35 e 205 a 214), a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, a Lei nº 12.965 (Marco Civil da Internet) e disposições da Lei Maria da Penha.

Também fazem parte da lista as peças teatrais “Eles não usam Black Tie”, de Gianfrancesco Guarnieri, e “As aves da noite”, de Hilda Hilst. No campo musical, os candidatos deverão estudar canções como “A flor da pele”, de Soul Rá; “Como nossos pais”, de Belchior; “Talking About a Revolution”, de Tracy Chapman; e “Merceditas”, de Ramón Sixto Rios. O conteúdo audiovisual inclui os filmes “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha; “Casablanca”, de Michael Curtiz; além do documentário “Notícias de uma guerra particular”, de João Moreira Salles e Kátia Lund.

A universidade reforça que a lista completa e oficial das obras obrigatórias permanece disponível para consulta no site institucional.

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