Guerra no Oriente Médio registra mais bombardeios e confirma mortes de autoridades

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Ações militares continuaram desde a madrugada de sábado e atingiram alvos em várias regiões do Irã, com relatos de mortes de líderes e danos a infraestrutura

A Guerra no Oriente Médio teve nova escalada neste domingo, quando foram confirmadas mortes de autoridades do Irã, entre elas o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad, em meio a bombardeios realizados por forças dos Estados Unidos e de Israel desde a madrugada de sábado.

Forças militares de Estados Unidos e Israel usaram perfis nas redes sociais para anunciar prejuízos impostos pelos bombardeios contra o país, reportando alvos atingidos e danos considerados significativos.

O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), responsável por operações militares do país na Ásia Central e no Oriente Médio, publicou na rede social X declaração sobre o desfecho de um dos ataques. “A sede da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) foi destruída.” A informação não foi confirmada pelo Irã, e o Centcom também negou que o porta‑aviões USS Abraham Lincoln tenha sido atingido por mísseis do Irã, como havia divulgado a IRGC.

Um líder político internacional publicou nas redes sociais sobre perdas navais atribuídas às ações recentes. “Acabei de ser informado de que destruímos e afundamos nove navios da Marinha iraniana, alguns deles relativamente grandes e importantes. Vamos atrás dos demais — em breve, eles também estarão no fundo do mar!” A postagem conhecida afirma que embarcações iranianas de expressivo porte teriam sido destruídas.

Em mensagem divulgada publicamente por um canal oficial de defesa, há a afirmação sobre alvos de alto escalão do lado iraniano. “todos os líderes terroristas de alto escalão do Eixo do Terror do Irã foram eliminados” A publicação não trouxe detalhamento nominal dos supostos alvos nem a localização exata das ações.

Até a tarde de sábado, dados fornecidos por porta‑voz da Sociedade do Crescente Vermelho indicavam que ao menos 201 pessoas haviam morrido e 747 ficaram feridas no Irã em decorrência dos ataques iniciados no fim de semana.

Neste domingo, o Ministério da Educação do Irã atualizou para 153 o número de meninas mortas no ataque ocorrido no sábado a uma escola em Minab, no sul do país. Outras 95 alunas ficaram feridas, segundo a pasta.

Relatos de meios de comunicação internacionais e agências locais apontaram para danos a unidades de saúde na capital. “O Hospital Gandhi de Teerã foi atacado por ataques aéreos sionistas-americanos” Agências de notícias como Fars e Mizan divulgaram vídeo supostamente gravado dentro do hospital, mostrando destroços no chão entre cadeiras de rodas vazias.

Do lado americano, o Centcom informou que três militares dos Estados Unidos morreram e cinco tiveram ferimentos graves durante os ataques ao Irã. Vários outros se feriram sem gravidade e devem retornar ao conflito, conforme comunicado do comando.

Em contraste, o serviço nacional de emergência médica e desastres de Israel, Magen David Adom (MDA), reportou que ataques retaliatórios do Irã causaram nove mortes e deixaram 28 feridos, sendo duas pessoas em estado grave.

Publicação das Forças de Defesa de Israel nas redes sociais afirma que mísseis do Irã foram disparados diretamente contra um bairro de Beit Shemesh, matando civis, segundo a mensagem compartilhada pelo comando militar.

As informações sobre alvos atingidos, número de vítimas e responsabilidade por cada ataque foram divulgadas em perfis oficiais e agências, e ainda não há confirmação independente e unívoca de todas as alegações apresentadas pelas partes envolvidas.

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