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Prefeito de Ivinhema recorre para recuperar dinheiro apreendido pelo Gaeco

Defesa de Juliano Ferro tenta liberar R$ 79 mil em dinheiro apreendido pelo Gaeco. Prefeito alega que valor vem da venda de carros; caminhonete também é investigada.

A defesa do prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PL), protocolou recurso judicial para reaver os valores recolhidos em sua residência durante operação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado.

O pedido sustenta que o dinheiro apreendido pelo Gaeco possui origem lícita e deriva da compra e venda de automóveis, atividade comercial exercida pelo político fora da administração pública.

Durante o cumprimento dos mandados, os agentes localizaram R$ 79 mil em espécie, fracionados em uma cédula de R$ 200, 724 notas de R$ 100 e 128 notas de R$ 50, além de 31 lâminas de cheque.

Irregularidades na documentação

O inquérito também apura a propriedade de uma caminhonete RAM recolhida na ação. As investigações do Ministério Público indicam que o veículo pertenceu a Juliano Ferro e a um empresário local, embora sem registro formal em nome deles.

A transferência da caminhonete para o nome de dois policiais militares foi efetivada em junho de 2023, junto ao Detran de Maracaju. A apuração identificou o uso de documentos falsos no trâmite, uma vez que o proprietário anterior listado no sistema do órgão de trânsito havia falecido três anos antes da data da transação.

A operação cumpriu oito mandados de busca e apreensão domiciliar, além de ordens de recolhimento de veículos e imposição de medidas cautelares diversas da prisão aos investigados.

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andorinha dinheiro apreendido pelo Gaeco

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