Vereadora sugere parceria para atender famílias vulneráveis com casa própria

You are currently viewing Vereadora sugere parceria para atender famílias vulneráveis com casa própria
Foto: Divulgação - Proposta de Raquel visa reduzir déficit habitacional e garantir mais casas para famílias de baixa renda
  • Post author:
  • Post category:Geral

O estabelecimento de parcerias entre os governos Municipal, Estadual e Federal, visando de novos residenciais na cidade para atender famílias em situação de vulnerabilidade social, é o que está propondo a vereadora Raquel Bryk ao prefeito Marcelo Iunes, como forma de atender essa camada da população, bem como reduzir o déficit habitacional em Corumbá.

A sugestão foi feita durante sessão ordinária do Poder Legislativo corumbaense ao prefeito Marcelo Iunes, para que ele busque estabelecer essa parceria com os governo do Estado e Federal, como forma de viabilizar recursos necessários para construção de casas populares, ou mesmo apartamentos.

PUBLICIDADE

Raquel lembrou que Corumbá possui um grande déficit habitacional que afeta principalmente as famílias de baixa renda que, por dificuldade em pagar aluguéis, devido ao alto valor em decorrência da crise financeira que assola o país, acaba resultando nas inúmeras ‘invasões’ na cidade.

“Essas ocupações irregulares são formadas sem qualquer tipo de planejamento urbanístico legal, podendo ser significativamente prejudiciais aos problemas relacionados à preservação do meio ambiente, enchentes e inundações de bairros, ruas e casas. Portanto, a questão de construção de moradias populares é de extrema relevância para o Município e merece urgência”, alertou.

GÁS DE COZINHA

A vereadora está também requerendo junto ao diretor da Agência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Vital Gonçalves Migueis, para que peça esclarecimentos das empresas que comercializam o GLP (gás de cozinha) em Corumbá, questionando sobre o que justifica o alto preço pago pelos consumidores, um dos mais caros em todo estado.

O pedido se deve ao fato de que, principalmente em virtude da crise econômica causada pela pandemia da Covid – 19, muitas famílias não conseguem comprar o gás, e são obrigadas a utilizar o fogo à lenha. “O gás já é vendido em nosso município a R$ 100,00, valor que corresponde a quase 10% do salário-mínimo. Em se tratando das famílias que hoje depende do Auxílio Emergencial, a situação é pior ainda, cerca de 50% do valor. É como ter que escolher entre comprar o gás ou comida”, acrescentou.

IMUNIZAÇÃO

Por outro lado, Raquel Bryk sugeriu ao secretário de Saúde de Corumbá, Rogério dos Santos Leite, a inclusão no grupo prioritário da vacinação contra Covid-19, as lactantes, mulheres que amamentam, independente da idade de seus filhos.

Ela levou em conta que entidades como a Sociedade Brasileira de Pediatria, por meio de seus departamento de aleitamento, imunização e infectologia, recomenda a vacinação prioritária a lactantes, bem como os últimos estudos científicos e a recomendação da Organização Mundial da Saúde, que a transmissão de anticorpos se dá pela imunização materna, o que pode acelerar a imunização coletiva.

Além disso, citou Projeto de Lei em tramitação na Câmara Federal, sobre a inclusão das lactantes, com filho em qualquer idade, no Programa Nacional de Imunização (PNI), bem como o fato do Piauí já estar imunizando estas pessoas, defendida pelo Movimento Nacional das Lactantes pela Vacina. “Por tudo isso esperamos contar com o apoio e a possibilidade de as lactantes serem inseridas no grupo prioritário”, reforçou.

EM ALBUQUERQUE

Também ao secretário Rogério Leite, a vereadora solicitou esforços no sentido de imunizar a população do Distrito de Albuquerque contra a Covid – 19, dentro daquela própria localidade. Raquel foi informada por moradores que, conforme orientações da própria Secretaria de Saúde, eles teriam que se locomover até a área urbana de Corumbá, para serem vacinados. “Os moradores alegam que o distrito possui unidade de saúde, e que a exemplo da vacinação da H1N1, eles querem receber a vacina contra a Covid – 19 no local, pois muitos não tem condições de vir até a cidade”, informou.

NO CRISTO

Em outra reivindicação à pasta, em atendimento a cobranças de moradores, Raquel pediu informações em relação à Unidade de Saúde do Bairro Cristo Redentor que teve sua estrutura comprometida nas fortes chuvas que atingiram o município no início do ano. Por isso mesmo ele pede informações se já está sendo reformada, ou se existe outro projeto em andamento.