Vereador é a favor de medidas enérgicas no combate ao mosquito Aedes aegypti

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Foto: Divulgação PMC - Mutirão da limpeza é importante para eliminação de focos em potencial do Aedes aegypti
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  • Post publicado:13 de maio de 2020
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Se não bastasse a pandemia do Covid-19, Corumbá ainda vive um outro grande problema de saúde causado pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika vírus, Chikungunya e febre amarela. Os números, principalmente da dengue, continuam em crescimento, o que causa preocupação na Câmara Municipal.

O assunto foi levantado pelo vereador Haroldo Cavassa que, durante sessão ordinária esta semana, solicitou ao prefeito Marcelo Iunes, e ao secretário de Saúde, Rogério dos Santos Leite, a adoção de medidas enérgicas e eficazes para combater o mosquito.

O vereador afirma que é preciso fazer cumprir a legislação como a Lei Municipal 2551/2016, que institui sanções aos proprietários de imóveis das áreas urbanas e rurais que possibilitem a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

Conforme Haroldo, a pandemia do Coronavírus não pode ocultar e tirar a devida atenção da importância da prevenção e do combate ao mosquito Aedes Aegypti e às doenças por ele transmitidas, como a dengue, Zika e a Chikungunya.

“Em Corumbá, quatro pessoas morreram esse ano devido à dengue, sem contar 3.608 casos notificados, de acordo com boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde. Caminhando pelas ruas da cidade, é notório que existem diversos terrenos com mato alto, lixo que acumulam água, descarte irregular, além de imóveis fechados que se transformam em criadouros. É preciso, além de campanhas informativas, uma ação imediata e enérgica para frear a ação do mosquito e a taxa de mortalidade que tende aumentar devido à falta de conscientização”, reforçou.

Limpeza

Nessa mesma linha, Haroldo Cavassa está solicitando ao secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Ricardo Ametlla, providências urgentes para evitar o descarte irregular de lixos pelas calçadas e vias públicas, “em total desrespeito ao Código de Postura Municipal”.

Conforme ele, isso acaba criando um ambiente propício para proliferação do Aedes aegypti, entre outras consequências, como aumento de animais peçonhentos, bem como impede o livre trânsito de pedestres, que em decorrência da obstrução, passam a caminhar pelas ruas, um risco para possíveis acidentes.

Ele reivindicou ainda a remoção de entulhos e galhos na Rua Albuquerque, entre Avenida Rio Branco e Rua Cuiabá; a limpeza de entulhos, matos, galhos e sujeira no cruzamento das ruas Rio Grande do Sul e Tiradentes; a limpeza de entulhos jogados na Alameda Belmiro Maciel de Barros, entre as ruas Do Carmo e Diamantino, e a limpeza da calçada da Rua Monte Castelo, no Bairro Aeroporto, entre as ruas Edu Rocha e 21 de Setembro.

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