Vereador cobra maior fiscalização para barrar entrada de produtos estrangeiros não certificados

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Uma maior fiscalização na entrada de produtos de origem estrangeira é o que está cobrando o vereador Yussef Salla junto às autoridades competentes. Durante sessão na Câmara, ele sugeriu barreiras fixas na região de fronteira, como forma de evitar a entrada no país, de produtos que não atentem as normas de certificação sanitária brasileira, principalmente gêneros alimentícios que são comercializados na cidade.

“Dias atrás aconteceu uma fiscalização que teve os nossos produtores rurais dos assentamentos de Corumbá como alvo, inclusive com apreensão de mercadorias. O que eles precisam é de orientação para que atendam as normas e sejam certificados pelo Serviço Municipal de Inspeção”, lembrou Yussef para cobrar o mesmo tipo de ação para evitar entrada de mercadorias estrangeiras “que não sabemos sua origem e se atendem as normas brasileiras”, continuou.

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O pedido de Yussef foi direcionado à Polícia Militar e à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável. Lembra que as mercadorias de origem estrangeiras que entram pela fronteira, são comercializadas nas feiras, sem qualquer tipo de inspeção.

Ao mesmo tempo, o vereador pediu ao prefeito Marcelo Iunes e ao titular da Secretaria Municipal de Governo, Cássio Augusto da Costa Marques, que sejam tomadas providências no sentido de reformar o prédio do antigo Mercadão Municipal, e transformá-lo no mercado do produtor. “Isso é necessário para que os pequenos produtores tenham um espaço adequado para comercializar o que produzem nos assentamentos, gerando renda”, justificou.

Creche no centro

Yussef reforçou também a necessidade de ativar a antiga Creche e Pré-Escola Santa Rosa, localizada na Rua Colombo, centro da cidade. Nesse sentido ele pediu ao prefeito Marcelo Iunes, e aos secretários de Governo, Cássio Augusto da Costa Marques, e de Educação, Genilson Canavarro de Abreu, no sentido de se saber quem é o responsável ou proprietário do espaço, visando reativar o prédio.

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“Estamos reforçando o pedido para atender as necessidades das mães trabalhadoras na área central, no hospital, nas clínicas e no comércio de maneira geral, que poderão deixar os filhos em um espaço onde terão educação orientada e com profissionais capacitados”, justificou.

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