Projeto atende crianças durante as férias escolares em Corumbá

Crianças contam com um programa especial nos CRAS, durante as férias )Foto: Marcos Boaventura)
Crianças contam com um programa especial nos CRAS, durante as férias )Foto: Marcos Boaventura)

As férias escolares estão sendo especiais para um grupo de crianças corumbaenses, oriundas de famílias cadastradas nos Centros de Atendimento de Assistência Social (CRAS) localizados nos bairros Centro América, Guató, Cervejaria, Aeroporto e da área rural. Desde o último dia 12, os alunos estão tendo a oportunidade participar de uma série de atividades, como parte do projeto Férias Inter – CRAS, desenvolvido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania.

O programa vai até o dia 05 de fevereiro e, segundo a secretária da pasta, Andrea Cabral Ulle, trata-se de uma estratégia para “dar

continuidade ao atendimento em um período estratégico para as famílias, que são as férias escolares, proporcionando momentos únicos que os acompanharão durante toda a vida e assegurar convivência, proteção e socialização”.

O projeto atende crianças das famílias cadastradas nos programas sociais do Município com atividades lúdicas, brincadeiras, jogos por equipe, sessão de cinema, teatro, passeios e piqueniques.

Os encontros estão ocorrendo nos CRAS durante a semana e terá seu ápice no dia 27/01/2015 na Praça do Sesi, com a realização de um grande evento reunindo todos os CRAS, em uma tarde de muitos jogos, brincadeiras e lanche coletivo.

Ulle lembra que o CRAS é o principal equipamento de desenvolvimento dos serviços socioassistenciais da Proteção Social Básica. Constituindo assim, um espaço de concretização dos direitos socioassistenciais nos territórios, materializando a política de assistência social.

“O período de férias escolares é aquele onde as crianças têm a expectativa de diversão e do ‘algo a fazer’ e isso foi a motivação para que os técnicos dos CRAS planejassem essa atividade coletiva, promovendo não só a convivência e a diversão, mas a interação com crianças de outros territórios, ampliando assim as possibilidades de aprendizagem da boa convivência”, completou Andréa Ulle.

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